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“A volta dos que jamais se foram”

Deturpar contextos e encaixar frases a seu bel prazer será sempre a conduta de quem já passou e destruiu o Fluminense. São ardilosos e sombrios que produzem vídeos sem autoria, que trocam o nome do grupo político para ludibriar os sócios e tudo isso sem a coragem de “assinar” suas obras nefastas e maledicentes. Estamos falando do “novo grupo” chamado Movimento Cidadania Tricolor.
A última deles foi enviar e-mail aos sócios do clube, se apresentado como um novo grupo capaz de “salvar” o Fluminense, segundo eles, baseados em 11 pilares.
No mesmo email enviado, eles tentam confundir os sócios citando o nome de um dos candidatos do Trio apoiado por nós, como se fôssemos a continuidade da atual gestão. Política suja e rasteira como estão acostumados. E que grupo é esse? Esse grupo é composto pelas mesmas pessoas que há décadas circundam o poder nas Laranjeiras como abutres ou, melhor dizendo, urubus. Iniciaram suas carreiras políticas no clube através da famigerada Vanguarda Tricolor que levou o Fluminense à Série C. E de lá para cá sempre conseguiram um jeito de estarem grudados no poder.
Então, para tentarem se manter sempre como “novidade”, eles que eram Vanguarda, depois viraram MR21, depois Unido e Forte, depois a sigla FUF e agora por último inventaram o nome
de Movimento Cidadania Tricolor.
Ufa (ou seria FUF), até cansa puxar todo esse histórico…
Lembrando que antes da recente mudança de nome, a tal FUF (de Cacá e Diogo Bueno) foi parte integrante da aliança que elegeu Abad e que participou em vários postos relevantes na atual gestão. Haja óleo de peroba para manter e conservar o velho para que pareça “novo”.
O surrealismo é tanto  que no evento de lançamento deste “Movimento Salvador” estavam presentes os senhores Júlio Bueno (pai do VP de Financas da gestão Abad, Diogo Bueno), Antônio Gonzales (VP de futebol que levou o clube à terceira divisão) e Miguel Pachá (VP jurídico da gestão Abad) que, junto com Diogo Bueno e o próprio Abad, foi um dos grandes responsáveis pela idealização e execução da dispensa de vários atletas por WhatsApp no fim de 2017 / início de 2018, gerando assim um novo passivo de cerca de 70 milhões de reais ao Fluminense.
Sócio tricolor, por favor não se engane. Há anos eles agem assim. Se juntam em bando para tomar o poder e depois corroer a instituição por dentro. Foi exatamente o que fizeram no final da década de 90 nos levando à Série C e agora em 2018 quando resolveram pular do barco.
Joguem alguns desses nomes de pessoas e grupos (que na verdade é sempre o mesmo com nome novo de tempos em tempos) no Google. Pesquisem. Estudem as respectivas biografias e descubram quem é quem.
Não se deixem iludir por mais uma lorota de primeiro de abril de um grupo que faz da mentira e da incompetência as suas maiores marcas.
Saudações Tricolores de Coração e até as eleições.
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